
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
O primeiro samba

quarta-feira, 12 de novembro de 2008
Joinville Jazz Festival
Quem tem medo de Jazz?
Esse é o tema da 6º Joinville Jazz Festival, que será realizado de 14 a 16 de novembro, no Teatro Harmonia Lyra. O Joinville Jazz lança a provocação do título porque quer ir além dos ouvidos iniciados. A música do festival quer alcançar os que ainda não descobriram o verdadeiro prazer em ouvir a música pura.
Desde a primeira edição do festival, o Instituto Joinville Jazz mantém seu foco no caráter didático do evento. Com suas oficinas gratuitas, fornece ferramentas de aperfeiçoamento e o contato dos alunos com músicos de renome e grande experiência. Nos palcos alternativos e no Clubinho do Jazz, com entrada franca, chega mais perto da comunidade, ampliando o número de admiradores e artistas da música instrumental.
Com o patrocínio master da TIM, através do projeto TIM MÚSICA, a 6ª Edição do Joinville Jazz Festival desfilará atrações internacionais, como o sexteto contemporâneo Escalandrum, um dos maiores representantes do jazz argentino, onde Daniel Piazzolla honra a memória de seu avô, o grande Astor Piazzolla. Como também trará um grupo formado só por jovens mulheres, arrebentando no Choro, um solista admirado pela crítica no Brasil e no exterior, duo, trio, quartetos, quinteto, sexteto e uma big band.
O 6º Joinville Jazz Festival traz uma inovação inédita nos festivais de jazz: a noite de abertura será um elegante Dance Dinner embalado pela mais tradicional Big Band do Brasil, a Rio Jazz Orchestra. Segundo Carlos Adauto Virmond Vieira, presidente do Instituto Joinville Jazz, "a noite de 14 de novembro de 2008, no Teatro Harmonia Lyra, ficará gravada na história do festival, resgatando os tempos áureos da Lyra, que está linda, com um baile para se dançar ao som de jazz.
De fato, será uma noite recheada de grandes surpresas e emoções, a começar pela recepção de boas vindas com um refinado jantar, ao som do grupo Cláudio Moraes e Em Cima da Hora, formado por excelentes músicos da cidade. A segunda novidade responde a pergunta do convite. É o Talk Show "The Jazz History", com a maior autoridade brasileira no Jazz, curador do Free Jazz Festival e Tim Festival, o "Pai da Matéria", como é conhecido pelos colegas, o jornalista e produtor Zuza Homem de Mello. Com vários livros publicados sobre o tema, realiza palestras e cursos sobre música popular brasileira e jazz no Brasil e no exterior. Com seu jeito charmoso, cativante e descontraído, o musicólogo fará um passeio pela história do jazz, evoluindo por suas diferentes fases, que serão ilustradas ao vivo. A tarefa de transformar em música os exemplos de Zuza ficará por conta da Joinville All Star Band, também formada por pratas da casa, selecionadas pela curadoria do evento, com o band leader Samuel do trompete. Estarão reunidos no palco 10 músicos de Joinville e ainda uma atração especial, a convite do próprio Zuza, seu amigo de velhos tempos, o Dudu do Banjo, que virá de Florianópolis.
E esta intensa noite de abertura por fim se transforma num Grande Baile, ao som impactante da Rio Jazz Orchestra, que apresenta outra inovação, a estréia da voz no Joinville Jazz Festival. De qualquer modo, o espaço para a voz foi cuidadosamente pensado e estará inserido na apresentação da consagrada orquestra, sob a batuta do maestro Marcos Szpilman. O curador do evento, Luiz Bueno, esclarece que o projeto cumpriu todas as metas estabelecidas pelo Instituto nas cinco edições anteriores. "O Joinville Jazz viabilizou a ida de músicos locais para os grandes centros, Rio e São Paulo. Descobriu novos instrumentistas, formou platéia para o estilo jazz e instrumental, ajudou músicos no desenvolvimento do instrumento e crescimento pessoal, cumprindo o compromisso de realizar cinco edições exclusivas para a música instrumental," reflete.
A noite de sábado abre com um grupo joinvilense Dedo de Prosa, que nasceu após a criação do Joinville Jazz Festival. Na apresentação, haverá um convidado especial do evento, o guitarrista Cassio Moura, que hoje mora em Florianópolis e já foi condecorado com o título de "The Most Improved Student" (1994/1995) pelo Guitar Institute of Technology, dos Estados Unidos. A segunda apresentação traz uma dupla de estrelas que se uniu especialmente para o festival, o violonista Juarez Moreira e o saxofonista Nivaldo Ornelas, que irão homenagear o compositor Ary Barroso. Quem sobe ao palco para fechar a noite é um brasileiro, que está há 10 anos radicado em Paris, o trombonista Raul de Souza, que irá se apresentar em quarteto, acompanhado por músicos de Curitiba, numa rara oportunidade.
O domingo traz o contraste de um solista brasileiro e de um sexteto internacional. O único solista do festival, o pianista paulista André Mehmari abre a noite de domingo. Competência para a tarefa ele tem de sobra: foi revelação no Prêmio VISA de Música, coleciona citações louváveis nos maiores jornais, e promete envolver a platéia com seu virtuosismo e sensibilidade. A noite de domingo também vai sair do lugar comum com o convidado para encerrar o festival: o grupo argentino Escalandrum. A música vibrante e contemporânea do Escalandrum, que traz na liderança Daniel Piazzolla, neto de Astor Piazzolla, promete mais uma noite inesquecível para os amantes da música pura.
Mas além da abertura refinada e das demais apresentações do palco principal, o 6o Joinville Jazz Festival terá espaço para todos que se permitem emocionar pela música, independente da idade ou poder aquisitivo. Nos Palcos Alternativos, a música é de graça, mas o nível da apresentação é tão elevado quanto os shows no teatro. Pela primeira vez, a Praça Nereu Ramos será invadida pelo Joinville Jazz Festival, com a apresentação de uma fera de renome internacional, Diego Figueiredo Trio Jazz. Diego foi premiado duas vezes pelo "Montreux Jazz Festival" como um dos maiores guitarristas do mundo e, com apenas 28 anos, já se apresentou em mais de 30 países. O já tradicional Chorinho no Mercado nos traz o talento feminino. Dessa vez, teremos o virtuosismo e a graciosidade musical de três irmãs do interior paulista, o Choro das 3. O festival segue com cinco oficinas gratuitas ministradas por excelentes músicos do país e o Clubinho do Jazz para crianças. Para fechar as noites de sexta e sábado estão programadas as tradicionais Jam Sessions, marcadas para o Liverpool Bar.
A campanha do 6o Joinville Jazz Festival nos remete para o surrealismo mágico de artistas como Salvador Dali e René Magritt, representando o evento como um grande guarda-chuva, que abriga todas as vertentes da música instrumental, com o objetivo de expandir o seu alcance sob os céus de Joinville e Santa Catarina. Por isso, o tema da edição 2008 soa como um desafio. E você, tem medo de Jazz? Venha para o 6o Joinville Jazz Festival e encante-se pelo mundo mágico da música.
Palcos alternativos
Com as apresentações gratuitas dos Palcos Alternativos, no Mercado Municipal e na Praça Nereu Ramos, o festival quer continuar contribuindo para a formação de platéia, alcançando aqueles que não têm oportunidade de acompanhar os shows do palco principal, até mesmo pela falta de contato com a música instrumental, que foge do padrão comercial.
Os Palcos Alternativos têm aspecto educativo e mesmo com apresentações gratuitas mantêm o alto padrão exigido pelo festival. Diego Figueiredo é um violonista premiado e, sem dúvida, irá surpreender e encantar quem estiver passando pela Praça Nereu Ramos, no sábado às 11h. Já no Mercado Municipal, às 13h de sábado, se apresentarão as irmãs do "Choro das 3", novos talentos que já colecionam apresentações pelo país, com grande reconhecimento por onde passam.
Jam Session
Nos dias 14 e 15, a partir das 23h, após as apresentações na Lyra, o show continua nas Jam Sessions, onde os músicos se reúnem para combinações sonoras surpreendentes e muita improvisação, palavra natural no jazz. As Jam Sessions podem ser consideradas a continuação das noites que começam no Teatro da Lyra e são igualmente marcantes. Oficineiros, músicos locais ou que se apresentaram no palco principal se reúnem nesse encontro informal e passam a se revezar no palco em diferentes formações.
Quem já participou de uma Jam sabe como é surpreendente e eletrizante. Quem ainda não esteve lá, precisa conhecer. Para deleite dos fãs, em sua maioria jovens, é encantador observar a habilidade e o talento dos artistas, mestres e aprendizes, dividindo o palco. A Jam Session representa uma descontraída confraternização entre artistas locais e seus ídolos, e aproxima o músico do público, com papel relevante na formação de platéia. Neste ano, conta com o apoio do Conservatório Belas Artes e só tem hora para começar, se estendendo pela madrugada. As Jam Sessions serão no Liverpool Bar, que fica na rua Visconde de Taunay, nº 166, na esquina com a rua Pedro Lobo, em frente ao Posto Esso, e a entrada custa R$10,00.
Oficinas
As inscrições são gratuitas, mas as vagas são limitadas, 20 por oficina. Os interessados devem se inscrever na Loja Graves e Agudos, no Shopping Cidade das Flores, a partir do dia 5 de novembro. No caso de vagas em aberto, a inscrição poderá ser feita na Casa da Cultura, onde irão ocorrer as oficinas.
Oficinas de Sopros, Piano e Teclado, Violão e Guitarra, Bateria, Contrabaixo Acústico e Elétrico.
Inscrições gratuitas: Loja Graves e Agudos, do Shopping Cidade das Flores, a partir do dia 5 de novembro.
Dias 14 e 15 de novembro.das 14 às 17 horas.
Local da Oficina: Casa da Cultura, rua Dona Francisca - 800.
Dia 14/11
20h30: Cláudio Moraes e Em Cima da Hora - quarteto de músicos Joinvilenses.
23h00: Talk Show "The Jazz History", com o jornalista Zuza Homem de Mello na companhia da Joinville All Star Band, com Samuel do trompete.
00h30: Show dançante com a Rio Jazz Orchestra, sob a batuta do maestro Marcos Szpilman - com seus 20 integrantes relembra os grandes bailes dos anos 30 e 40 fazendo o melhor Jazz das grandes orquestras.
Dia 15/11
20h30: Dedo de Prosa e Cassio Moura - grupo joinvilense de jazz, com participação especial do guitarrista Cassio Moura, de Florianópolis.
21h40: Juarez Moreira (violonista) e Nivaldo Ornelas (saxofonista) - música instrumental mineira com dois de seus maiores e mais famosos expoentes. A dupla irá revisitar a obra do compositor Ary Barroso.
22h50: Raul de Souza e Grupo - vivendo há 10 anos em Paris, o trombonista se apresenta com um quarteto formado por músicos de Curitiba em rara oportunidade.
Dia 16/11
20h30: André Mehmari - pianista paulista revelado pelo Prêmio VISA de Música, é o único solista desta edição.
21h40: Escalandrum - grupo argentino encerra a noite de domingo com uma música contemporânea e vibrante, com Daniel Piazzolla, neto de Astor Piazzolla, na liderança do grupo.
fonte: www.joinvillejazz.com.br
sábado, 8 de novembro de 2008
Perfil do consumidor 2.0
Algumas das características deste consumidor são:
- múltiplos chapéus e poderes em um só ator
- considera qualidade em produtos e serviços e preço justo como essenciais para o início de relação
- munido de diversas ferramentas, que lhe permitem forte poder de comparabilidade dos elementos racionais de compra.
- interessado, que se posiciona como stakeholder, sabe seus direitos e poder de atuação
- aprende a conviver e extrair benefícios das possibilidades oferecidas pela realidade multimídia, multidevice.
- interativo, que exige feedback e gera mídia.
- Aberto à experimentação, potencialmente infiel e simpático ao conceito de gratuidade intrínseco à web.