quinta-feira, 18 de junho de 2009

Estrutura organizacional

Burocracia na medida certa, hierarquia, respeito, educação, bom-senso, comunicação, trabalho em equipe, divisão de tarefas e funções, entendimento e concordância. Tudo isso resulta em um bom funcionamento da Instituição e, consequentemente, num crescimento progressivo.

A BUROCRACIA, na maioria dos casos, é item negativo por ser usada em excesso, porém, na medida certa, funciona muito bem para ambos os lados. O importante é saber dosar bem, pois é melhor não ter burocracia do que tê-la em excesso.

A HIERARQUIA deve ser algo natural, não como a existente em Instituições Militares, que a resposta a um superior é sempre "sim, senhor", independente da opinião própria, porém, deve haver um sentimento de "liderança natural" dentro da Instituição, onde as pessoas reconhecem os líderes e/ou os responsáveis por cada tarefa e acatam suas decisões, sabendo que elas, além de ter maior experiência no assunto, respondem por isso.

O RESPEITO e a EDUCAÇÃO são imprescindíveis em tudo e em todos os lugares. São requisitos essenciais para qualquer Instituição que se preze.

O BOM-SENSO é a chave, a resposta para quase todas as perguntas. O que não está escrito pode ser resolvido pelo bom-senso, e mesmo o que está escrito pode ser alterado por ele. Lembrando sempre da educação, do respeito, da hierarquia e da burocracia.

O TRABALHO EM EQUIPE e a COMUNICAÇÃO devem ser bem "azeitados". Todos devem se comunicar entre si e falar aberta e diretamente sobre dúvidas, críticas e também elogios. Porém, não basta falar. Após os problemas expostos, cabe as pessoas envolvidas e a instância superior identificar o problema, definir o certo e o errado e encaminhar uma solução, evitando o prolongamento e, consequentemente, o crescimento do problema.

A DIVISÃO DE TAREFAS E FUNÇÕES deve ser delimitada, evitando a falta de trabalho para uns e o excesso para outros. Assim como o acúmulo de funções, pois quem é responsável por uma tarefa, se especializa e faz bem feito, mas quem é responsável por quase tudo não faz quase nada.

O ENTENDIMENTO e a CONCORDÂNCIA devem ser levados em conta em todas as decisões, mas não podem sobrepujar uma decisão superior. Uma tarefa não pode ser negligenciada por um subalterno por falta de concordância, afinal, a responsabilidade de todos os atos da Instituição sobrecaem sobre a cúpula que toma as decisões, e não sobre os subalternos, que executam (ou deveriam).

Resumindo, se todos efetivamente fizessem o que deveriam, não existiriam tantos problemas. O nosso (seres humanos) grande dilema é conseguir colocar o objetivo da Instituição a frente, ou, pelo menos, ao lado, do nosso objetivo pessoal. Devemos buscar o principio da supremicia do direito coletivo, onde o bem da coletividade se sobrepõem ao bem individual.

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